sexta-feira, 9 de maio de 2008

FOTOS DO LOCAL DO EVENTO

COMO CHEGAR À UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Para quem vem de avião: O ponto de ônibus é do lado oposto ao aeroporto, do outro lado da pista (Aconselhamos pedir informação) no aeroporto .
1. Pegar a linha: Aeroporto/DIA, ou Aquarius/DIA. Ambas as linha levarão ao Terminal de Integração do DIA (Distrito Industrial de Aracaju). Neste mesmo terminal, do lado oposto ao que você desceu,
2. Pegar a linha de ônibus: Campus/DIA, ou Campus/Orlando Dantas.
Ambas as linhas deixarão o estudante no Terminal do Campus Universitário. O estudante deverá sair do terminal e se dirigir à entrada da Universidade Federal de Sergipe. Lá estaremos credenciando os estudantes realizando um Plantão das 16 horas do dia 21/05/08 às 6 horas da manhã do dia 22/05/08.
Para quem vem da Rodoviária: Ao sair da Rodoviária entrar no Terminal de ônibus Urbano situado ao lado direito e pegar as seguintes opções de ônibus:
1. São Cristóvão/ Zona Oeste
2. Eduardo Gomes/ Zona Oeste
3. Tijuquinha/ Osvaldo Aranha
4. Tijuquinha/Zona Oeste
5. Luís Alves/ Zona Oeste
6. Campus/ Orlando Dantas
7. Campus/ DIA.
OBS 1: A passagem de ônibus custa R$ 1,75. Os ônibus Urbanos só rodam até a meia-noite, quem desembarcar após este horário terá de pegar um Táxi. Da rodoviária é bem perto. Já do Aeroporto vai ficar bem salgadinho!
OBS 2: Os estudantes que chegarem antes da data do credenciamento deve enviar um comunicado à comissão organizadora para serem encaminhados ao alojamento alternativo.

METODOLOGIA E DINÂMICA DO EVENTO


Após o credenciamento, o estudante receberá uma pasta na qual conterá uma fita colorida. Esta fita deverá ser posta no braço e sua cor corresponderá a que Brigada (grupo, comissão) o estudante pertence, e isso independerá de sexo, região ou escola. Por exemplo: Serão 9 brigadas identificadas com as seguintes cores:
1. Azul
2. Verde
3. Vermelho
4. Amarelo
5. Preto
6. Branco
7. Laranja
8. Rosa
9. Marrom

Cada Brigada representada por uma dessas cores corresponderá a uma atividade do dia a ser realizada pelo grupo e orientada por pelo menos duas pessoas da CPP (Comissão Político Pedagócica), podendo ser as seguintes atividades:
1. Alvorada (Adriana/UFS e Luciana/UNIT): Consiste em despertar os cursistas p/ o dia que vai começar bem cedo: às 6h da manhã!
2. Relatoria (Comissão que vai fazer o Relatório no fnal do dia)
3. Síntese
4. Mística
5. Limpeza dos Banheiros
6. Cozinha
7. Limpeza das Panelas
8. Limpeza dos Pratos
9. Coordenação do dia

IDEALIZAÇÃO DO I CFPMESS E DO XXX CONESS

APRESENTAÇÃO

A idéia de realizar o I CFPMESS (Curso de Formação Política do Movimento Estudantil em Serviço Social) surgiu como deliberação do I Planejamento Estratégico da Gestão “Ousar e Unir: Todos Juntos para Construir!” da Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social realizado em outubro de 2007. A proposta foi aprovada após avaliação dos estudantes presentes no referido evento sobre a participação, entendimento e comprometimento político dos estudantes de Serviço Social nos Fóruns e Encontros em todas as Regiões do país.
Na ocasião, a Escola sede do XXX CONESS (Conselho Nacional de Entidades Estudantis do Serviço Social) – CASS da Universidade Federal de Sergipe - juntamente com a Coordenação Regional (III) da ENESSO e Representação Estudantil/NE da ABEPSS se colocaram à disposição para sediar o evento.
Sendo assim, objetivando o nosso amadurecimento político para fortalecer a luta no/do MESS e dos trabalhadores atingidos diretamente pelas contradições e desigualdades sociais do sistema de exploração capitalista é que a ENESSO, a ABEPSS, o Centro Acadêmico da Universidade Federal de Sergipe e da Universidade Tiradentes e os estudantes da Faculdade José Augusto Vieira, com o apoio do conjunto CFESS/CRESS (Conselho Federal e Regional de Serviço Social) e do MST/SE orgulhosamente realizam de 22 a 25 de maio de 2008 no Centro de Formação do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) localizado no Assentamento Quissamã, o I CFPMESS e o XXX CONESS.

FOLDER DO I CFPMESS E O XXX CONESS

SAIBA TUDO SOBRE: I CURSO DE FORMAÇÃO POLÍTICA DO MOVIMENTO ESTUDANTIL EM SERVIÇO SOCIAL E O XXX CONSELHO NACIONAL DE ENTIDADES ESTUDANTIS DO SERVIÇO SOCIAL

domingo, 20 de abril de 2008

SEJAM BEM-VINDOS!

O CASS (Centro Acadêmico de Serviço Social) tem a honra de parabenizar a você calouro, por ter vencido mais um obstáculo em sua vida e ter alcançado o tão sonhado ingresso na universidade. Esperamos que esta etapa não signifique apenas a realização de um sonho, mas também a busca por uma formação profissional ancorada na cidadania, consciência crítica e política, com o objetivo de uma transformação não apenas a nível micro, mas, sobretudo, no âmbito macro. Portanto, devemos Ousar e Lutar, lembrando que isso exige que Todos Estejam Juntos Para Avançar Na Luta! Seja bem vindo ao curso de Serviço Social da Universidade Federal de Sergipe, boa sorte e muito sucesso nesta vida acadêmica que aqui se inicia. Lembre-se que tal sucesso requer indignação e luta coletiva perante o sucateamento da universidade.

HORA DE ENCARAR A UNIVERSIDADE


Passado um ano de estudos para o vestibular, estudantes vêem com alegria o momento de começar a freqüentar a universidade. Garantida a vaga desejada, chegou à hora de se encontrar com uma nova realidade, novos professores e colegas, novas oportunidades num universo diferente. É importante assinalar que a universidade não é apenas um “colégio grande” no qual tudo funciona da mesma maneira que no ensino médio. Nela, tanto o sistema de controle quanto os relacionamentos se processam de forma diferente do que o habitual nas escolas, onde os estudantes tiveram seu percurso escolar desde o ensino fundamental. Quando nos referimos ao controle, estamos falando não apenas da vigilância quanto à freqüência, mas também da produção acadêmica que resulta em notas. Numa escola de ensino médio é comum, por exemplo, que os pais sejam chamados quando o jovem “cabula” aulas e/ou quando tem seu rendimento comprometido. Esse procedimento não é habitual numa instituição universitária, pois é esperado que o “jovem adulto” seja responsável pelo seu desempenho e se comprometa com seu aprendizado.
Também o relacionamento com o professor é diferente daquele comum no ensino médio. Se por um lado, em geral, há mais interação, por outro há mais distância, no sentido de não caber ao professor controlar o quanto o estudante acompanhou seu ritmo e realmente compreendeu e apreendeu o conteúdo. Cabe ao próprio estudante cuidar do seu acesso ao conhecimento e completar autonomamente o que foi assunto de aula, vale ressaltar que essa autonomia deve contar com a viabilização de condições necessárias para garantir a qualidade do tripé da universidade formado pelo ensino, pela pesquisa e extensão universitária. Ao professor, geralmente, cabe informar uma referência bibliográfica, que deverá ser consultada pelo estudante, o que para muitos é motivo de dificuldade. Este é um diferencial difícil de ser entendido ou aceito, sendo que muitos calouros se sentem confusos e abandonados à própria sorte. Por outro lado, para outros, esta é uma realidade vivida com profundo sentimento de alegria, que pode ser muito bem aproveitada, servindo para facilitar descobertas de autonomia e desenvolvimento. Há inclusive os que desistem do curso pelo fato de se sentirem “desadaptados” à nova realidade, sem falar do principal motivo que provoca a desistência, que é a falta de condições de permanência na universidade, afinal não basta o acesso à universidade, a permanência deve ser garantida também, o que exige uma atuação maior do governo federal/da reitoria na execução da Política de Assistência Estudantil.
É bom, portanto, que todos tenham essa consciência/clareza e se preparem para gerenciar suas próprias vidas (do ponto de vista acadêmico), buscando o acréscimo de informação/conhecimento na biblioteca, no contato com outros estudantes, na participação em seminários/debates, ou mesmo, recorrendo diretamente ao professor, além de se envolver num estudo sério e comprometido com vistas à superação do pensamento conservador ainda presente na universidade. Muitos estudantes pensam que o complicado é apenas ser aprovado no vestibular e ingressar na universidade e, idealizam que passada esta dificuldade, tudo será fácil e haverá garantia de aprovação daí por diante, assim como estará certo o seu futuro profissional. Sabe-se que hoje o diploma universitário em si não garante emprego nem rendimentos, o que não pode ser compreendido pela ausência de esforço individual, mas, sobretudo por conta dos problemas estruturais presentes na sociedade. A realidade do mundo universitário pode ser muito fascinante e permitir descobertas ricas e interessantes para qualquer pessoa através do convívio com sujeitos sociais que debatem suas proposições com fundamentos teóricos, próprio do conhecimento científico; da facilidade do acesso ao conhecimento; da troca com diversos tipos de produções acadêmicas; do contato com a cultura em geral e com a expansão do saber, em que as experiências individuais devem contribuir para o fortalecimento da coletividade. Sem dúvida, um universo fascinante que pode ser decepcionante ao nos depararmos com o sucateamento/o descaso com a universidade pública, neste caso, tem-se a necessidade de se atentar até que ponto a instituição garante acesso e permanência de qualidade, assim, nos resta um papel importantíssimo, qual seja, a luta por acesso ao nosso direito do ensino de qualidade, dentre outros, onde sejamos críticos e propositivos perante a realidade cotidiana vivenciada, para tanto, devemos nos organizar e sermos combativos. Bem vindos calouros! Parabéns pela aprovação!

Texto da professora Mariza Tavares Lima da PUC Minas com alterações feitas por estudantes de Serviço Social da UFS.